Raquel Durães
Segundo episódio da trilogia
é marcado pelo lado sombrio e ação do começo ao fim.
![]() |
| Divulgação |
Diferente do primeiro filme
de Peter Jackson, “A desolação de Smaug” trouxe um tom mais sério para a trama
e uma sequência de cenas que são de tirar o fôlego. Os momentos de batalhas
adquiriram fluidez e aquela selvageria típica da trilogia “O Senhor dos Anéis”.
As lutas contra os Orcs foram de uma produção excepcional e, apesar de em
alguns momentos demonstrarem demasiado exagero, as cenas que contaram com a
presença de Légolas e da nova elfa Tauriel, foram ainda mais incríveis. A
descida do rio, por exemplo, foi uma dos pontos mais memoráveis do filme que
mostrou, com riqueza de detalhes, as diferenças e o modo de luta das três raças
em questão; anões, elfos e orcs. Os anões, apesar de suas formas divertidas,
apresentaram também sua letalidade nas batalhas, o que surpreendeu aqueles que
não são familiarizados com as obras de Tolkien.
Falando nisso, foi interessante
conhecer um pouco mais sobre cada personagem e perceber a influência que o anel
começa a exercer em Bilbo Bolseiro. Légolas, mais uma vez, deu um show com seu
arco e flecha, mas também mostrou um lado antipático em seu ciúme de Tauriel.
![]() |
| Evangeline Lilly interpreta a elfa Tauriel Foto: divulgação |
Muitos fãs questionaram o
fato de que o filme tenha fugido muito de seu livro de origem. A própria
Tauriel, por exemplo, não existe no livro. A elfa foi criada pelo diretor
exclusivamente para o filme. Isso causou tanta revolta em alguns fãs, que
muitos criaram comunidades nas redes sociais com o lema “Keep calm and kill
Tauriel” (mantenha a calma e mate Tauriel) e coisas do gênero. Talvez esse
possa ser o único ponto a ser questionado na adaptação cinematográfica, mas que
não alterou em nada a essência da história.



Nenhum comentário:
Postar um comentário