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| Carrie - A estranha- Divulgação
João Marcelo Drumond
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Quando eu era adolescente adorava ler livros
intrigantes que tiravam minhas noites de sono. Passaram por mim diversas
crônicas, contos e enredos emblemáticos. Era “Cult” gostar de Stephen King e de seus livros excêntricos, que
deixavam todos de cabelo em
pé. Lembro de ter lido “Carrie” no colegial e ter adorado a
forma como King tematizou sua personagem. Além disso, o livro é muito bem
escrito e os personagens na narrativa são bem complexos.
A primeira adaptação para o cinema foi em 1976, cuja
direção impecável foi de Brian de Palma. Houve nesse filme uma fidelidade ao
livro, coisa rara em filmes baseados em livros. O remake de 2002 foi medíocre, a escolha
do elenco foi péssima e o terror que eles pretendiam atingir não dava para
assustar nem uma criança de 10 anos. Mas aí chega às telonas de todo mundo, o
terceiro remake da consagrada obra do Stephen King.
O elenco escalado pela diretora, Kimberly Peirce,
é bom, bem coerente com suas respectivas interpretações. Em filmes de terror,
principalmente quando falamos em adaptações, a escolha de seus protagonistas
deve ser feito de forma bem cuidadosa. Chloë Grace Moretz é
uma atriz mediana. Seus papéis não me impressionam, em alguns casos chegam a
ser exagerados, mas ela fez uma Carrie até relevante. Quem segura o filme com
uma interpretação brilhante é Julliane Moore, que é uma atriz que não é de hoje
que supera todas as expectativas dos grandes produtores de Hollywood.
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| Carrie - A estranha - Divulgação |


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