domingo, 25 de maio de 2014

Fast Feed Rádio 10 - A volta

Fast Feed Rádio


Estamos de volta com o FF Rádio, e o tema são os filmes da Marvel, DC e também um pouquinho de Star Wars. Confere aí, tá muito bom!!!


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

sábado, 28 de dezembro de 2013

Fast Feed Rádio 8

Fast Feed Rádio

Imagem-reprodução
Felipe Freitas, João Paulo Freitas, João Vitor Cirilo, Pâmela Matos, Sueli Azevedo, Rayza Kamke E Thomás Santos falam dos seriados que marcaram a infância.



Foto-reprodução

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Dicas para as férias( Fast Feed 100)

Felipe Freitas e Raquel Durães

As férias chegaram e nós do Fastfeed selecionamos opções para você passar bem esse período de folga. Seriados, livros, filmes e games estão no cardápio, confira:

Livros                                                                 Filmes

A menina que roubava livros                                  Gravidade

A culpa é das estrelas                                            Truque de Mestre

O Guia do mochileiro das galáxias                           Harry Potter (todos)

Jogos Vorazes (Trilogia)                                         Esqueceram de mim (até o três)

O pequeno príncipe                                                O Labirinto do Fauno





Séries                                                                  Games

Arrow                                                                   GTA V

Friends                                                                 Assassin's Creed IV: Black Flag

How i met your mother                                          The Last of Us

American Horror Story                                           Battlefield 4
                                 
The Walking Dead                                                 Super Mário (qualquer um)
                                                                           
                                                                           Candy Crush Citação especial







                                                                                                                                                   

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

[Crítica] O Hobbit - A desolação de Smaug

                                                                                                                                        Raquel Durães

Segundo episódio da trilogia é marcado pelo lado sombrio e ação do começo ao fim. 

Divulgação

Diferente do primeiro filme de Peter Jackson, “A desolação de Smaug” trouxe um tom mais sério para a trama e uma sequência de cenas que são de tirar o fôlego. Os momentos de batalhas adquiriram fluidez e aquela selvageria típica da trilogia “O Senhor dos Anéis”. As lutas contra os Orcs foram de uma produção excepcional e, apesar de em alguns momentos demonstrarem demasiado exagero, as cenas que contaram com a presença de Légolas e da nova elfa Tauriel, foram ainda mais incríveis. A descida do rio, por exemplo, foi uma dos pontos mais memoráveis do filme que mostrou, com riqueza de detalhes, as diferenças e o modo de luta das três raças em questão; anões, elfos e orcs. Os anões, apesar de suas formas divertidas, apresentaram também sua letalidade nas batalhas, o que surpreendeu aqueles que não são familiarizados com as obras de Tolkien.

Falando nisso, foi interessante conhecer um pouco mais sobre cada personagem e perceber a influência que o anel começa a exercer em Bilbo Bolseiro. Légolas, mais uma vez, deu um show com seu arco e flecha, mas também mostrou um lado antipático em seu ciúme de Tauriel. 

Evangeline Lilly interpreta a elfa Tauriel  Foto: divulgação

Muitos fãs questionaram o fato de que o filme tenha fugido muito de seu livro de origem. A própria Tauriel, por exemplo, não existe no livro. A elfa foi criada pelo diretor exclusivamente para o filme. Isso causou tanta revolta em alguns fãs, que muitos criaram comunidades nas redes sociais com o lema “Keep calm and kill Tauriel” (mantenha a calma e mate Tauriel) e coisas do gênero. Talvez esse possa ser o único ponto a ser questionado na adaptação cinematográfica, mas que não alterou em nada a essência da história. 

Divulgação

Certamente o ápice do filme ficou centrado em Smaug, que, a meu ver, foi uma das criaturas mais belas e bem produzidas no cinema. A riqueza de detalhes do dragão ao falar, voar e soltar as chamas é realmente impressionante. Tudo estaria perfeito se não fosse o final revoltante com uma cena angustiante que deixa todos loucos para assistir a continuação. O que posso dizer é que o filme é excelente, e que agora só nos resta esperar pelo ‘grand finale’ das aventuras de Bolseiro.

Faça o teste “Which Middle-Earth Character Are You?" (Qual personagem da Terra-Média você é?), pelo site http://www.buzzfeed.com/ariannarebolini/which-middle-earth-character-are-you?bffb


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

[Resenha] Inferno: Dan Brown

Divulgação
João Marcelo Drumond

Não sou um dos maiores admiradores das obras de Dan Brown, mas sei reconhecer que ele agrada e que tem um público específico. A primeira vez que peguei um livro dele para ler foi no ensino médio, quando o “Código da Vinci” estourou e todo mundo dizia que aquele livro era perfeito. Quando eu li, minha decepção foi maior que o sucesso do livro no mundo inteiro. Nada contra a escrita do autor, o problema é que a narrativa dele é muito cansativa, por isso não gostei do resultado final dessa obra. Passou alguns anos e fiquei sabendo desse livro novo que faz referência ao “Inferno de Dante”.

Fiquei muito animado com o início do livro, um enredo simples, com um clímax interessante, com uma boa composição de personagens, fiquei até esperançoso. A obra começa com o Professor Robert Longdon em um Hospital, vítima de um ferimento na cabeça. Ele é informado pelos clínicos Marconi e Sienna Brooks de todo o ocorrido. A partir desse momento, a primeira “cena” de ação acontece e o desenrolar das situações vão se condensando e orientando o leitor.

O médico Marconi é ferido por Vayentha, uma assassina profissional que já havia perseguido Robert em algumas situações anteriormente. Ao desenrolar da história, observamos como sempre alguma simbologia por meio das descobertas feitas pelos dois protagonistas, Robert e Sienna. A própria obra “Inferno de Dante” serve como fonte de pesquisa. Como sempre, tudo é enigmático no enredo de Dan Brown.

Quando a leitura entra no desenvolvimento você começa a perceber que o seu modo de envolver o leitor não muda, é uma fórmula pronta. Assim como no Código da Vinci, a escrita do Dan Brown é interessante e facilita o leitor a entender aquilo que está sendo escrito. Ele usa algumas expressões específicas do conhecimento científico, mas explica de forma conceituada e simples.

Além da linguagem, os assuntos abordados nas entre linhas são bem condensados e tem uma linha informativa bem precisa. A composição dos personagens não muda muito, o romantismo de influência vitoriana é explícito na história. Os diálogos são simples, porém, poderiam ter sido mais criativos. Em sua forma geral, o gênero do livro está preso dentro de um formato único, mas que não deixa de ser bom. Não é um livro ruim, mas não foge daquilo que está proposto. Faltou inovação, mas não se tornou alvo da mediocridade.

Nota: 3,6

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

[Crítica] Carrie - A Estranha

Carrie - A estranha- Divulgação

João Marcelo Drumond

Quando eu era adolescente adorava ler livros intrigantes que tiravam minhas noites de sono. Passaram por mim diversas crônicas, contos e enredos emblemáticos. Era “Cult” gostar de Stephen King e de seus livros excêntricos, que deixavam todos de cabelo em pé. Lembro de ter lido “Carrie” no colegial e ter adorado a forma como King tematizou sua personagem. Além disso, o livro é muito bem escrito e os personagens na narrativa são bem complexos.

 

A primeira adaptação para o cinema foi em 1976, cuja direção impecável foi de Brian de Palma. Houve nesse filme uma fidelidade ao livro, coisa rara em filmes baseados em livros. O remake de 2002 foi medíocre, a escolha do elenco foi péssima e o terror que eles pretendiam atingir não dava para assustar nem uma criança de 10 anos. Mas aí chega às telonas de todo mundo, o terceiro remake da consagrada obra do Stephen King.

 

O elenco escalado pela diretora, Kimberly Peirce, é bom, bem coerente com suas respectivas interpretações. Em filmes de terror, principalmente quando falamos em adaptações, a escolha de seus protagonistas deve ser feito de forma bem cuidadosa. Chloë Grace Moretz é uma atriz mediana. Seus papéis não me impressionam, em alguns casos chegam a ser exagerados, mas ela fez uma Carrie até relevante. Quem segura o filme com uma interpretação brilhante é Julliane Moore, que é uma atriz que não é de hoje que supera todas as expectativas dos grandes produtores de Hollywood.


Carrie - A estranha - Divulgação

Eu não enxerguei total fidelidade ao texto do Stephen King, muitas coisas desnecessárias foram abordadas, deixando algumas cenas bem monótonas. A produção foi eficiente, mas também nada inovador dentro do gênero. A fotografia foi o ponto mais relevante, achei de grande excelência. O problema das adaptações é que os diretores acreditam que a mediocridade deve prevalecer, salvo poucas exceções, na maioria das vezes é assim que eles pensam.

 

Uma curiosidade que considero até mórbida, a “atriz” Lindsay Lohan seria escalada para ser a protagonista. Não consigo imaginar uma atriz como ela interpretando qualquer coisa de útil no cinema. Mas isso é uma questão de preferência.

 

O que posso falar do filme, “Carrie, A estranha” é que é um filme bom, com um enredo bacana e com uma escolha de elenco relevante. Para quem gosta do gênero, pode arriscar, mas tenha em mente que não supera a versão original de 1976.

 


Nota: 3,0